Gargântua e Pantagruel (livros I e II)
Em breve A tradução desta obra está em preparação e será publicada na biblioteca.
Introdução
Quando nasce o gigante Gargântua, não chora, mas grita «De beber! De beber!», e precisa de dezassete mil novecentas e treze vacas para lhe darem leite. Ao princípio é educado por mestres escolásticos e torna-se cada vez mais tolo, até que um mestre humanista lhe ensina todo o saber; montado na sua égua gigante chega a Paris e leva os sinos de Notre-Dame para os pendurar ao pescoço do animal. Vence o belicoso rei Picrochole e constrói para frei João, que o ajudou, a abadia de Thélème, cuja única regra é «Faz o que quiseres». O filho, Pantagruel, é também um gigante e em Paris conhece o engenhoso e astuto Panurgo. Com um riso transbordante, terreno e sábio, Rabelais troça da educação escolástica, do fanatismo religioso e da guerra, e celebra a natureza humana e a sede de saber.